Segundo Silva (2001:78) o "currículo oculto é constituído
por todos aqueles aspectos do ambiente escolar que, sem fazer parte do
currículo oficial, explícito, contribuem, de forma implícita para aprendizagens
sociais relevantes (...) o que se aprende no currículo oculto são
fundamentalmente atitudes, comportamentos, valores e orientações...".
Para Sacristán
(2000:46) o "currículo aparece, assim, como
o conjunto de objetivos de aprendizagem selecionados que devem dar lugar à
criação de experiências apropriadas que tenham efeitos cumulativos avaliáveis,
de modo que se possa manter o sistema numa revisão constante, para que nele se
operem as oportunas reacomodações" - Teorias Curriculares
Tradicionais
Forquin (1993:22) afirma que currículo "... uma abordagem global dos fenômenos
educativos, uma maneira de pensar a educação que consiste em privilegiar a
questão dos conteúdos e a forma como estes conteúdos se organizam nos cursos. Um
currículo escolar é primeiramente, no vocabulário pedagógico anglo-saxão, um
percurso educacional, um conjunto contínuo de situações de aprendizagem
(learning experiences) às quais um indivíduo vê-se exposto ao longo de um dado
período, no contexto de uma instituição de educação formal. (...) O
currículo, escreve por seu lado P. W. Misgrave (1972), constitui na verdade 'um
dos meios essenciais pelos quais se acham estabelecidos os traços dominantes do
sistema cultural de uma sociedade', no mínimo pelo papel que ele desempenha na
gestão do estoque de conhecimentos de que dispõe a sociedade, sua conservação,
sua transmissão, sua distribuição, sua legitimação, sua avaliação".
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